Há 7 anos
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Only Me
Coloca a água no fogo, preciso de um café. Só quero sentar e ficar quieta no meu canto escuro. Pensar em frases bonitas, ouvir jazz e sentir todo o indizível. Não me ligue, não me chame pra sair, hoje eu sou somente minha. Necessito do meu universo, onde tudo posso (dizer/imaginar/fazer). Não quero sorrir para estranhos por educação, não quero pedir licença, quero o agradável da minha companhia. Sem constrangimento pelo silêncio, só algumas/muitas epifanias ou nenhuma.
Tenho vontade de pensar e pensar diversos assuntos e então descobrir porque cada um deles surgiu em minha cabeça. Esqueci a palavra que designa isso, mas sei que posso perder horas brincando assim e nada mais.
Quero mais dos meus cachorros, meus gatos, quero sentar na grama com eles e descobrir as formas das nuvens, vê-las mudando gradativamente.
Já deram o sinal do meu ponto, preciso descer. Ônibus e divagações chegando ao fim.
Tenho vontade de pensar e pensar diversos assuntos e então descobrir porque cada um deles surgiu em minha cabeça. Esqueci a palavra que designa isso, mas sei que posso perder horas brincando assim e nada mais.
Quero mais dos meus cachorros, meus gatos, quero sentar na grama com eles e descobrir as formas das nuvens, vê-las mudando gradativamente.
Já deram o sinal do meu ponto, preciso descer. Ônibus e divagações chegando ao fim.
sábado, 8 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Lembrança.
"Eu ainda quero entender o que vc faz comigo.
:} "
Não lembrava que tinha isso guardado. Caramba...
Imagino se conseguiu entender. Ou se isso que faço com você simplesmente sumiu.
Imagino, somente...
:} "
Não lembrava que tinha isso guardado. Caramba...
Imagino se conseguiu entender. Ou se isso que faço com você simplesmente sumiu.
Imagino, somente...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Time Off

Sabe quando você não tá afim de escrever? Nem de procurar algum texto bonitinho ou qualquer coisa assim? Então, tô nessa fase.
Folguinha pra cabeça, pras pirações. De vez em quando é bacana. =)
É isso. Quem sabe eu poste amanhã. Ou no ano que vem.. Mas eu posto. Nem que seja pra falar que cansei de brincar de blog.
Beijos-pra-quem-é-travesti. E minlings, se quiser.
Edit: trégua, era essa a palavra que eu queria. Trégua pra internet e pras minhas crises existenciais. Enfim... tchau!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Trash can, really.
Dedos amarelados, foi a nicotina tentando arrancar de mim o nervosismo.
Olhos vermelhos, a parte mais inconsiderável da tristeza transformada em água e sal.
Ombros e pescoço duros feito pedra, porque pensava em algumas palavras, mas não tive força para torná-las som.
Durmo na sala; meu quarto tem lembranças. Lembranças de você falando que aquele seria nosso mundinho, porta fechada e quatro paredes, sem mães, sem gatos, sem mais nada. E isso me dói. Lembranças do plano rápido de fuga pra Holanda, você rindo e mostrando a língua, sapeca. Fuga de nós duas, não só sua.
E tudo que escrevo é tão ruim, pois é mero reflexo desfocado do que fiz. Do quão ruim foi o que fiz. E do tanto que não queria ter feito, do tanto que queria voltar no tempo.
Foi tudo tão absurdamente veloz. Não fui capaz de acompanhar e viver esse absoluto. Pessimista que sou, procurei defeitos e problemas. Ao não encontrar, fui e fabriquei a minha própria fonte gosmenta de sofrimento. Passando por cima de você, rasgando meu limite, pisando e cuspindo nessa linha que me foi invisível.
Não faz sentido pra mim estar longe de você. Nunca me passou pela cabeça. E talvez tenha 5 anos, talvez não seja tão crescida assim.
Não sou para você, pelo menos não agora. Gostaria muito de ser, você não faz idéia. Mas nunca quis ser e não é agora que serei mais um ego pra você deixar feliz, mais um motivo que te faça querer ir pra tão longe e por tanto tempo.
Peço desculpas mais uma vez. Sinceras. Espero que lembre como pra mim isso é difícil. Espero que essas palavras insossas tenham algum significado.
Melhores dias virão. Dias em que seremos nós mesmas de novo, uma com a outra. Dias em que saberemos que o que acontece agora é só pra gente ter a oportunidade de mostrar o dedo do meio pra vida, mesmo que ela nos dê limões.
É isso.
Olhos vermelhos, a parte mais inconsiderável da tristeza transformada em água e sal.
Ombros e pescoço duros feito pedra, porque pensava em algumas palavras, mas não tive força para torná-las som.
Durmo na sala; meu quarto tem lembranças. Lembranças de você falando que aquele seria nosso mundinho, porta fechada e quatro paredes, sem mães, sem gatos, sem mais nada. E isso me dói. Lembranças do plano rápido de fuga pra Holanda, você rindo e mostrando a língua, sapeca. Fuga de nós duas, não só sua.
E tudo que escrevo é tão ruim, pois é mero reflexo desfocado do que fiz. Do quão ruim foi o que fiz. E do tanto que não queria ter feito, do tanto que queria voltar no tempo.
Foi tudo tão absurdamente veloz. Não fui capaz de acompanhar e viver esse absoluto. Pessimista que sou, procurei defeitos e problemas. Ao não encontrar, fui e fabriquei a minha própria fonte gosmenta de sofrimento. Passando por cima de você, rasgando meu limite, pisando e cuspindo nessa linha que me foi invisível.
Não faz sentido pra mim estar longe de você. Nunca me passou pela cabeça. E talvez tenha 5 anos, talvez não seja tão crescida assim.
Não sou para você, pelo menos não agora. Gostaria muito de ser, você não faz idéia. Mas nunca quis ser e não é agora que serei mais um ego pra você deixar feliz, mais um motivo que te faça querer ir pra tão longe e por tanto tempo.
Peço desculpas mais uma vez. Sinceras. Espero que lembre como pra mim isso é difícil. Espero que essas palavras insossas tenham algum significado.
Melhores dias virão. Dias em que seremos nós mesmas de novo, uma com a outra. Dias em que saberemos que o que acontece agora é só pra gente ter a oportunidade de mostrar o dedo do meio pra vida, mesmo que ela nos dê limões.
É isso.
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